eu, o gordo! #77

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Tenho a sorte de ter uma das vistas mais privilegiadas de Lisboa, em Belém, e no caso o Planetário Calouste Gulbenkian e o Mosteiro dos Jerónimos.
Hoje em particular fui surpreendido com a presença de uma mãe-pata e
seus 9 filhotes no lago ornamental que fica bem por baixo da janela do meu gabinete. Segundo averiguei trata-se de uma das espécies de patos mais comuns em Portugal, o pato-real ou marreco-selvagem.
Perdoem-me os que estão a ler este post, pois que para além de não querer ferir suscetibilidades não tenho qualquer problema em relação a marrecos, sendo eles selvagens ou não. E por que me é dada a possibilidade de escolha e o Blog ser meu
, fico-me pelo pato-real.
Pois bem, esta mãe-pata e seus filhotes nadavam e mergulhavam nas águas turvas de folhas mortas do nosso lago, é certo, mas faziam-no tão serenos e despreocupados que até mesmo o coração mais empedernido não deixaria de esboçar um sorriso de afeto.

Se observássemos com um pouco mais de atenção o comportamento animal tornar-nos-íamos menos egoístas e decerto mais felizes!