eu, o gordo! #78

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Manhã de típico domingo de inverno, igual a tantos outros, solarengo e frio e uma passeata com os "canitos".
A Patanisca, a "lebre de serviço", é a primeira a saír disparada do prédio pronta a apanhar algum incauto pombo.
O Maximus, esse é o oposto da Patanisca, é mais "sopas e descanso" como costumo dizer. É o elemento mais pachorrento da família(a Paula diz que sou eu
). O seu único stress é a vitalidade quase histérica da Patanisca.
Feito o respectivo reconhecimento olfactivo às redondezas e de se "aliviarem", lá fomos os três à padaria da rua beber um café(eu, não eles) e comprar pão para o pequeno almoço.
Uma qualquer esplanada é o local de eleição do Maximus. Junto com a mãe Paula, o pai Miguel, ou com a mana Carlota e dispensando obviamente a presença da Patanista, é a combinação perfeita desta criatura para uma vida feliz.
Café tomado, pão comprado e lá fomos os três para a nossa passeata Av. dos Estados Unidos da América acima. Lá pode-se deambular pelas áreas de lazer recortadas entre os blocos de apartamentos existentes. Outrora, na minha juventude, serviram para a malta dar uns pontapés numa bola ou simplesmente para nos deitarmos na relva.
Foi aí mesmo que descobri uma galeria de quadros a céu aberto!
Segundo o seu autor, que acabei por conhecer enquanto apreciava as obras, tudo começou com o intuíto de suprimir a imagem de desgaste do imóvel.
E assim, uma obra leva a outra e eis o resultado...

