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(em) Amena Cavaqueira

...de amigos, para amigos e com amigos

(em) Amena Cavaqueira

...de amigos, para amigos e com amigos

eu saio na próxima, e você?

- Ó João?!

 

- Sim Marina?

 

- Temos que nos despachar, já devem estar todos à nossa espera para começar o espetáculo.

 

- É verdade Marina, não podemos deixar mal o público.

  

- Só espero que já tenham desligado os telemóveis, odeio aqueles bip bip das mensagens a entrar.

 

- É verdade Marina.

 

- E as luzes dos telemóveis nas caras das pessoas, dá-lhes ar de aparições.

 

- Bom, estás pronta? Vamos lá...

 

- Merda!

 

- Merda!

 

- Ó João, tínhamos os microfones ligados, estavam a ouvir toda a nossa conversa...

 

Merda!

 

 

E assim começa (mais coisa menos coisa) mais um fabuloso espetáculo do "tio" La Féria, e mais uma vez juntos dois "monstros" do nosso Showbiz, Marina Mota e João Baião.

 

c-volta.jpg

Um homem encontra uma mulher no metro, no caso, na estação de Picoas. E perguntam vocês: - E porque não no Intendente? - Ao que eu respondo: - Porque não! A história é do "tio" La Féria (ou melhor do espanhol Adolfo Marsillach) e essa escolha poderia também ser mal interpretada...

Está dado o mote para uma viagem no tempo e na vida deste casal, igual a qualquer outro, os seus amores e desamores, separações, paixões e outras convulsões (rima do caraças, ó pá!).

 

Este espetáculo onde a comédia e o musical andam de mãos dadas, Marina e João multiplicam-se numa serie de personagens através da historia do nosso País, da década se 60 até aos nossos dias.

 

IMG_20180928_214406.jpg

Apesar de terem por companhia o maestro Mário Rui (no dia em que fomos ver o espetáculo), que alia o seu papel de pianista ao de camareiro e inclusivé faz uma "perninha" como ator num pequeno desempenho como empregado de mesa, Marina e João enchem o palco com os seus personagens e o publico adere com espontâneas e inevitáveis gargalhadas.

 

Um espetáculo a não perder!

 

 Vídeo tirado daqui

 

delírium...

Felizmente ou infelizmente não existem relações perfeitas e quando estas, ou porque a relação caiu numa rotina ou porque a "chama" deixou de ser a mesma e nos precipitamos para uma separação, esta não tem que ser definitiva. Por vezes é necessária uma pausa. Uma pausa para nos apercebermos o que demais importante tem uma relação... compreensão, companheirismo, cumplicidade e principalmente amor.